Quarenta e nove anos
4.9 sem filtro e maquiagem.... curtindo a minha idade e aparência.... sem procedimentos e sem penitências.
Sigo no desabrochar da meia idade sempre sempre buscando a minha verdade.
Matando as saudades que me consome. Elevando um nome que poderia ter desaparecido pelo rasgar do tecido.
O tempo é já se ido. Mas do que me sobrou, vou reconstruindo o que sou- de dentro pra fora, de fora pra dentro.
Espio os maus eventos e reconheço e reverêncio os bons momentos e conquistas.
Eu sou do fogo e vento e exorciso o tormento. Sou da pista ( de dança), da rua, do mato, do machado, do arco e da flexa.
E sou da reflexão.
Quero ter meu exato tamanho.
Sigo lambendo as feridas e sorrindo.
Não sou de desistir e insisto que é o coletivo que me faz seguir
Flavinha Valença
Enviado por Flavinha Valença em 14/12/2025
Alterado em 14/12/2025